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Cartão de Crédito VISA do Rito Escocês Antigo
e Aceito.
Um cartão de afinidades que beneficia instituições sociais,
escolas, asilos, hospitais e programas patrióticos.
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As Associações de Pedreiros da Antiguidade
Na procura das origens da Maçonaria, os
historiadores têm analisado as associações que
existem desde os mais tempos mais longínquos e
encontrado que os pedreiros ou outros ofícios
relacionados com a arte de construir tem-se
destacado por serem eles os que mais tem criado
este tipo de associações, em certa forma
similares das conhecidas nos tempos da Idade
Média.
Na antiga Caldéia existiriam confrarias de
construtores 4.500 anos ac e têm-se encontrado
certos monumentos acádicos em que aparece um
triângulo como símbolo da letra Rou (construir).
No Egito a arquitetura foi ciência sacerdotal,
iniciática, hermética, com segredos que eram
mantidos fora do alcance da sociedade comum.
Na China, existiam livros sagrados que conheciam
o simbolismo do esquadro e do compasso, que eram
a insígnia do sábio diretor dos trabalhos.
Na Grécia encontramos a confraria de Dionísio,
que era uma divindade originaria da Tracia e que
construiu templos e palácios tanto na Grécia
como na Síria e na Pérsia. Seus membros eram
homens de ciência que não somente se distinguiam
pelo seu saber como também porque se reconheciam
por sinais e toques. Mantiveram um colégio em
Theos, lugar que lhes fora designado como
residência e onde eram iniciados os novos
membros. Reconheciam-se por médio de toques e
palavras; estavam divididos em lojas que eles
denominavam colégios; cada colégio era dirigido
por um Mestre secundado por inspetores que eram
eleitos pelo período de um ano; celebravam
assembléias e banquetes; os mais ricos ajudavam
aos que se encontravam em má situação ou doentes
e relacionavam a arte de construir com o estudo
de mistérios.
Numa Pompilio, segundo rei de Roma (715–672 ac)
fundou ou somente autorizou e consagrou os
Collegia de artesãos. O povo foi dividido em
ofícios agrupados em confrarias com culto.
Plutarco menciona 9 collegias; eram mutualidades
que as vezes adotavam caráter religioso
recebendo o nome de Sodalitates. Entre os
Collegia Fabrorum (de Faber = pessoa que
trabalha um material), nos colégios funerários e
as confrarias religiosas existia ritual
iniciático, cerimônias, eleições, decisões pela
maioria de votos, patronos honorários; estima-se
que o mesmo ritual teria sido transmitido
através de 6 séculos, os membros estavam
divididos em 3 classes, compostos unicamente por
homens, podiam ser de diferentes países,
adotaram uma fórmula similar ao Grande Arquiteto
do Universo para simbolizar a Deus, tem sido
encontrados sarcófagos romanos com compassos,
esquadros, prumos e níveis. Nas escavações
realizadas em 1878, foi encontrado o Collegia de
Pompéia (79 dc) que tinha duas colunas na
entrada e esquadros unidos nas paredes. Os
Colllegia acompanharam as legiões romanas em
todas as suas conquistas onde tiveram a
oportunidade de difundir sua arte da construção,
podendo ser a semente das fraternidades da Idade
Média, mas não existe nenhum documento ou outro
fato concreto que demonstre esta possibilidade.
Os Collegia terminam quando começam a serem
usados como instrumentos políticos sendo
abolidos pela Lex Julia (64 ac), voltam mas
César baniu-os; Augusto dissolve-os, preservando
somente os de utilidade pública; Trajano insiste
na proibição mas Aurélio tolera e ajuda-os. Com
o fim do Império Romano desaparecem
definitivamente deixando poucas lembranças em
alguns países.
Durante as escavações do antigo porto de Roma
foi descoberta uma inscrição do ano 152 dc com
os nomes dos membros da corporação dos
bateleiros de Ostia.
Em 286 dc, São Albano obteve autorização de
Carausius, imperador britânico, que facultava
aos maçons para efetuar um Conselho Geral
denominado Assembléia. São Albano participou da
Reunião iniciando a novos irmãos. (Relatado nas
Constituições Góticas de 926)
O rei lombardo Rotaris (governou entre 636-652),
confirma por édito aos Magistri Comacini,
privilégios especiais. Os Mestres Comacinos são
considerados o elo perdido da maçonaria, o laço
de união que une os clássicos Collegia com as
guildas de pedreiros da Idade Média, mas não
existe nenhuma evidencia documental. A Ordem foi
fundada nas ruínas do Colegio Romano de
Arquitetos e, na queda do Imperio Romano (478),
refugiaram-se na ilha fortificada de Comacino,
no Lago Como. Os Comacinos eram arquitetos
livres, celebravam contratos e não estavam
submetidos a tutela nem da Igreja e nem dos
senhores feudais. O nome de Mestres Comacinos
nao derivaria do nome da cidade Como, porque
seus habitantes são chamados Comensis ou Comanus;
o nome de comacinos significaria Companheiro
Maçom e também, existe o nome de comanachus
(companheiro monge) sem referencia a cidade de
Como.
Na inauguração em 674 dc da Igreja de Wearmouth,
nas Ilhas Britânicas, construída pêlos Comacinos,
foi emitido um documento de apresentação com
palavras e frases do edito de 643 do rei
lombardo Rotaris.
Por uma pedra gravada entre 712 e 817 dc,
sabe-se que a Guilda Comacina estava constituída
por Mestres e Discípulos, obedeciam um Grão
Mestre ou Gastaldo, chamavam Loja os locais de
reunião, tinham juramentos, toques e palavras de
passe, usavam aventais brancos e luvas, seus
emblemas tinham esquadro, compasso, nível,
prumo, arco, nó de Salomão e corda sem fim e
reverenciavam os Quatro Mártires Coroados.
Durante o reinado progressista e cultural de
Alfredo O Grande na Inglaterra (849-899) a
corporação maçônica se estabelece sob normas
mais regulares. Divide-se em reuniões parciais
denominadas lojas, dependendo todas de um poder
central regulador, hoje conhecido como Grande
Loja, com sede em York, sendo o objetivo
principal a construção de edifícios públicos e
catedrais.
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